Publicado por: J. | 2 setembro, 2011

Fibrose Cística, você já ouviu falar?

A Fibrose Cística, também conhecida como Mucoviscidose, é uma doença genética que afeta uma enzima que dilui nossas secreções. Com a enzima alterada, os pacientes com essa doença terão fluidos corporais bem mais viscosos que o normal, facilitando retenção de bactérias, levando-os a apresentar infecções de repetição, principalmente das vias respiratórias e do trato gastrintestinal.

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Quando desconfiar?

Se a pessoa tem sinusite ou asma de difícil controle, tem pneumonias de repetição, associados ou não a quadros de desnutrição (por má absorção) e diarreia (a pessoa pode apresentar fezes espumosas, que boiam no vaso), é imperativo desconfiar de Fibrose Cística.

Porém, a apresentação da doença é muito variada. Há pessoas com quadros mais leves, só de sinusite, ou só de diarreia. Não é sempre que o quadro é clássico, rico nos sintomas que já esperamos. O que necessitamos é aumentar o nosso desconfiômetro nesses casos.

Como descobre?

Facinho! Pelo teste do suor!  O laboratório vai medir a quantidade de sódio que há no suor. Se estiver aumentada, é fibrose cística. Peça o teste do suor para o seu filho.

Tem cura?

Não, afinal é um probleminha no gene, que não forma as enzimas.

Mas… tem tratamento?

Tem! A reposição das enzimas que podem ser ingeridas durante as refeições. O médico vai acompanhar o paciente durante a vida toda, adequando a quantidade das enzimas conforme o quadro apresentado. E também vai tratar os probleminhas, se eles surgirem (crises de sinusite, pneumonia ou má absorção).

Infelizmente, o diagnóstico ainda é tardio no Brasil, justamente pela falta de conhecimento sobre a doença. Por isso é importante a divulgação desse conhecimento que você acabou de adquirir. Quanto mais pessoas souberem dela, mais testes do suor serão realizados, mais diagnósticos serão feitos e mais cedo será o tratamento dos diagnosticados!

E o que o Teste do Pezinho tem a ver com isso?

O Teste do Pezinho vai diagnosticar a doença ainda na primeira semana de vida! Quer diagnóstico mais precoce que este?! Assim, a criança já trata e tem a oportunidade de ter uma melhor qualidade de vida e de crescer sem tantos problemas quanto teria se não repusesse as enzimas!

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Publicado por: J. | 1 junho, 2011

CFM alerta para e-mail com conteúdo desconhecido

Nesta quarta-feira (25), vários médicos acionaram o Conselho Federal de Medicina (CFM) com informações sobre suposta mensagem que teria sido enviada pela entidade. Diante dos riscos aos quais os internautas estão expostos, o CFM esclarece que o conteúdo e a procedência deste e-mail são desconhecidos. A recomendação é de que a mensagem seja imediatamente apagada para evitar a exposição dos equipamentos à vírus ou à ação de hackers.

NOTA DE ALERTA SOBRE MENSAGEM DESCONHECIDA

O Conselho Federal de Medicina (CFM) alerta aos médicos e à sociedade em geral para e-mail que tem sido encaminhado aos profissionais com o seguinte assunto: BOLETO CONSELHO FEDERAL DE MEDICINA.

Esclarecemos que esta mensagem não tem origem no CFM. A entidade não envia documentos desse tipo pela internet. Trata-se, assim, de e-mail de procedência e conteúdo desconhecidos.

O CFM chama atenção para possíveis riscos que esta mensagem pode trazer, como vírus ou ser a porta de entrada para ação de hackers, e sugere aos internautas que o receberem que o apaguem imediatamente.

Conselho Regional de Medicina do Estado do Pará – CRM-PA
Av Generalíssimo Deodoro nº 223 entre Oliveira Belo e Diogo Móia; Umarizal, Belém -PA – CEP:66050-160
Fones: (0xx91) 3204-4000 . Fax: (0xx91) 3204-4012
Publicado por: J. | 14 maio, 2011

Por mais segurança no trânsito!

11/05/11-  Começa hoje, em diversos países, o movimento “Década de Ação pela Segurança no Trânsito 2011-2020”, promovido pela Organização Mundial de Saúde, com o objetivo de reduzir lesões e mortes por acidentes. O Departamento Científico (DC) de Segurança da Criança e do Adolescente da SBP apóia a iniciativa e seu presidente, dr. Aramis Lopes Neto, lembra que os acidentes de trânsito são a principal causa de óbito entre crianças e adolescentes de cinco a 14 anos, ultrapassando as doenças em geral e até mesmo as situações de violência. Entre as mortes acidentais, as causadas no trânsito respondem por mais de 50%, acometendo principalmente crianças, adolescentes, adultos jovens e idosos.

Além disso, o presidente do DC de Segurança salienta que “os recursos de proteção a pedestres não são eficazes e não há sistemas de vigilância e medidas punitivas capazes de inibir a imprudência dos motoristas em geral. Por isso, os atropelamentos causam a maioria das mortes no trânsito e entre as vítimas já estão crianças de um a quatro anos de idade. Entre os jovens de 15 a 29 anos, crescem assustadoramente os registros de mortes de motociclistas, consequência não apenas do aumento da circulação desse tipo de veículo, como também da falta de vigilância quanto ao uso de equipamentos de segurança adequados e de regulamentações específicas para esse meio de transporte”.

O Departamento Segurança da SBP defende a criação, aperfeiçoamento e aplicação efetiva das medidas voltadas à prevenção e redução da mortalidade e danos causados por acidentes de trânsito.  São considerados prioritários para a proteção de crianças e adolescentes a obrigatoriedade do uso de capacetes, cintos de segurança, assentos restritivos adequados a cada idade e a acomodação sempre no banco traseiro dos veículos.

“Cabe ressaltar a necessidade de medidas gerais, voltadas para a exigência do respeito às leis de trânsito, em particular o impedimento da direção sob efeito de álcool, além de outras ações imprudentes, que devem ser reprimidas com veemência, com base em legislação que proteja as vítimas em potencial.  Novas medidas para maior segurança de pedestres, motociclistas e ciclistas – ao invés do olhar voltado unicamente aos motoristas e passageiros –, tornaram-se prioritárias, diante do fato de que vem desse grupo mais de 50% das vítimas fatais no trânsito”, ressalta também o dr. Aramis.

São fundamentais também “providências voltadas para a adequação dos serviços de atendimento  de emergência, tanto no local do acidente, quanto no ambiente hospitalar. A disponibilidade de atenção especializada para crianças e adolescentes vitimados, com profissionais treinados e equipamentos específicos, permite a melhor recuperação e a minimização das lesões decorrentes dos traumatismos adquiridos no acidente”, conclui.

Assessoria de Comunicação da SBP
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Publicado por: J. | 6 abril, 2011

Pediatra, participe da paralisação nacional amanhã


Prezado Pediatra, 

Amanhã, 7 de abril, todos os médicos que atendem os planos e seguros de saúde paralisarão suas atividades durante 24 horas. O movimento, que tem recebido ampla divulgação pela imprensa, é resultado da articulação vitoriosa das entidades médicas nacionais e regionais.
A Sociedade Paraense de Pediatria está entre as entidades que aderiram ao movimento. Para tanto, precisamos da sua colaboração. É a nossa união que fará a diferença.
No Pará, o calendário de mobilização também inclui a realização de Assembleia Geral dos médicos, sociedades e cooperativas hoje (06/04), às 19h, no auditório do Conselho Regional de Medicina. Amanhã ocorrerá uma manifestação com concentração na frente do CRM-PA, a partir das 8h.

MOTIVO DA PARALISAÇÃO

  • O protesto de 7 de abril é um alerta dos médicos aos planos de saúde e à sociedade. É preciso exigir respostas dos planos de saúde para corrigir distorções, como a interferência antiética na autonomia do trabalho médico e os baixos honorários. Sem isso, o atendimento dos usuários dos planos de saúde pode ser comprometido.
  • A paralisação de 7 de abril tem como foco a valorização do trabalho médico e da assistência em saúde oferecida pelos planos de saúde. Os médicos são solidários com os usuários dessa rede, que sofrem com glosas e filas de espera, e acreditam que, com o apoio da sociedade, será possível qualificar os serviços.

VALORES PRETENDIDOS

  • Além de um valor mínimo de R$ 60,00 por consulta, os médicos querem que seja garantindo o estabelecimento de regras contratuais que assegurem o reajuste dos honorários de forma progressiva – tendo como parâmetro a CBHPM – para evitar o surgimento de déficits como o atual. Os médicos atendem, em média, em seus consultórios, oito planos ou seguros saúde. Atualmente, a maioria dos planos de saúde paga entre R$ 25,00 e R$ 40,00 por consulta. Esses valores mudam de região para região e simbolizam a indiferença dos planos para com os profissionais que respondem pela saúde da população.

SEM PREJUÍZOS PARA POPULAÇÃO

  • Os usuários dos planos de saúde não serão prejudicados pela mobilização. As consultas e procedimentos eletivos que foram suspensos serão remarcados e os casos de urgência serão atendidos. Na verdade, o ato de 7 de abril é uma frente de luta em defesa do direito dos usuários a ter bom atendimento. Esperamos contar com o apoio e a compreensão dos brasileiros nessa luta pela valorização da medicina e da assistência.

PROXIMOS PASSOS

  • Os médicos continuarão mobilizados após o Dia 7 de abril. Esperamos que após a paralisação, as entidades médicas, em seus estados, iniciem o processo de negociação com os planos de saúde para garantir o fim das distorções nos honorários e na interferência desrespeitosa na autonomia dos profissionais da Medicina. Os coordenadores do movimento de reivindicação dos médicos permanecem atentos, monitorando os avanços, e devem, oportunamente, convocar nova reunião para adoção de novas medidas

NÚMEROS QUE VOCÊ PRECISA SABER

No Brasil, os planos e seguros de saúde são responsáveis diretos pelo atendimento de 45,5 milhões de pessoas. Atualmente, há 1.044 empresas em atividades, que responderam, em 2010, por um movimento estimado em R$ 70 bilhões. O número de médicos que atendem pelos planos é de, aproximadamente, 160 mil, sendo que eles realizam anualmente em torno de 223 milhões de consultas e respondem por 4,8 milhões de internações. Os dados levantados pela Comissão de Saúde Suplementar, que junta representantes da Associação Médica Brasileira (AMB), do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Federação Nacional dos Médicos (Fenam) quantificam a abrangência da paralisação de 7 de abril. Confira, abaixo, os números do setor.

  • O Brasil tem 347 mil médicos em atividade, registrados no Conselho Federal de Medicina.
  • Aproximadamente, 160 mil médicos atuam na saúde suplementar, atendem usuários de planos e de seguros de saúde.
  • No Brasil, atuam 1044 operadoras de planos de saúde médico-hospitalares, que movimentaram R$ 64,2 bilhões, em 2009. Projeções indicam que, em 2010, este volume chegou a R$ 70 bilhões.
  • 45,5 milhões (24% da população) é o número de usuários de planos de assistência médica no Brasil. O dado é de dezembro de 2010.
  • 74% dos usuários de planos de assistência médica estão em planos coletivos (quase 33 milhões de pessoas). O restante, 26%, têm plano individual ou familiar.
  • Dos usuários de planos de assistência médica, 19,6% ainda permanecem em planos antigos (8,8 milhões), muitos deles com restrições de cobertura ainda piores do que as praticadas pelos planos novos (contratos após janeiro de 1999).
  • Por ano, os médicos realizam, por meio dos planos de saúde, em torno de 223 milhões de consultas e acompanham 4,8 milhões de internações.
  • Os médicos atendem, em média, em seus consultórios, oito planos ou seguros saúde.
  • Cada hospital privado atende, em média, convênio com 42 planos de saúde.
  • Cada usuário de plano de saúde vai ao médico (consulta) em média 5 vezes por ano.
  • 80% das consultas, em um mês típico de consultório médico, são realizadas por meio de plano de saúde. As consultas particulares representam, em média, 20% do trabalho médico em consultório.
  • O médico que trabalha com planos ou seguros de saúde atribui, em média, nota 5 para as operadoras, em escala de zero a dez. Ressalta-se que 5% dos médicos deram nota zero para os planos ou seguros saúde brasileiros e apenas 1% atribuiu notas 9 ou 10.
  • 92% dos médicos brasileiros que atendem planos ou seguros saúde afirmam que sofreram pressão ou ocorreu interferência das operadoras na autonomia técnica do médico.
  • Entre as interferências no trabalho médico, glosar procedimentos ou medidas terapêuticas e impor a redução de número de exames ou procedimentos são as práticas mais comuns das operadoras (veja quadro abaixo).
Principais interferências dos planos no trabalho médico Total %
Glosar ( rejeitar a prescrição ou cancelar pagamento) de procedimentos ou medidas terapêuticas 78
Limitar número de exames ou procedimentos 75
Restringir ( limitar cobertura) doenças pré-existentes 70
Autorizar atos diagnósticos e terapêuticos somente mediante a designação de auditores 70
Interferir no tempo de internação de pacientes ( determinar alta hospitalar antes da hora) 55
Negar a prescrição de medicamentos de alto custo 49
Interferir no período de internação pré-operatório ( não permitir, por exemplo, a internação na véspera da cirurgia) 48
Nenhuma 6
Base (número de médicos entrevistados) 2184

Fonte: APM/Datafolha – Pesquisa Nacional

  • Mais da metade dos hospitais (54,9%) afirmam que os planos de saúde determinam a transferência de pacientes para hospitais próprios das operadoras.
  • Mais da metade dos hospitais (51%) afirma que os planos de saúde demoram na liberação de guias de autorização para internação, cirurgia e exames, o que prejudica pacientes e médicos.
  • O setor de planos de saúde liderou, em 2010, o ranking de reclamações do Idec pelo 11º ano consecutivo. As principais queixas foram referentes a reajustes de mensalidade, negativas de cobertura, manutenção de dependentes no plano de saúde após a morte do titular e adaptação e migração de contratos antigos.

Publicado por: J. | 13 janeiro, 2011

Tratamento da febre na infância

29-09-2010

Allan GM, Ivers N, Shevchuk Y. Treatment of pediatric fever – Are acetaminophen and ibuprofen equivalent? Can Fam Physician.2010 Aug;56(8):773.

Questão clínica: O acetaminofeno é superior ao ibuprofeno no tratamento da febre na infância?

 

Evidência: Uma meta-análise e um estudo clínico randomizado controlado realizados recentemente oferecem algumas orientações. • Meta-análise de 10 estudos clínicos (N = 1078) de ibuprofeno (5 a 10 mg/kg) versus acetaminofeno (10 a 15 mg/kg):

  • O ibuprofeno foi superior após 2, 4 e 6 horas; após 4 a 6 horas, aproximadamente 15% mais pacientes com ibuprofeno apresentavam redução da febre (número necessário para tratar = 7). Leia Mais…

Especialistas alertam que alguns brinquedos e até mesmo os tradicionais enfeites podem causar problemas como choques, traumas e asfixia.


Max Milliano Melo

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42º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia CBOT,
13 e 15 de novembro de 2010 em Brasília.

O aumento do número de meninas que optam pelo futebol gerou um verdadeiro desafio para os ortopedistas brasileiros, visto que é crescente a frequência de lesões entre elas, segundo especialistas que participam, neste mês, do 42º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia, em Brasília. De acordo com o ortopedista Gilberto Camanho, da Sociedade Brasileira de Ortopedia e Traumatologia, há uma preocupação muito grande principalmente com o aumento das lesões de ligamento do joelho das meninas entre oito e dez anos.

Muito comum entre os jogadores de futebol – tanto que não se passa uma rodada do Campeonato Brasileiro sem que algum seja afastado por lesões ligamentares -, o problema cresce entre as meninas, segundo os especialistas, porque funcionalmente o joelho da mulher é mais sensível à lesão do que o joelho masculino. Além disso, as meninas têm começado cada vez mais cedo nesse esporte, agravando ainda mais o problema.

“Quando o esporte, e principalmente o futebol, leva ao rompimento (do ligamento), a solução é sempre cirúrgica. E, como o tendão não pode ser suturado, temos que fazer um enxerto, daí o problema, pois o enxerto não cresce e o paciente está em idade de crescimento”, destacou o especialista. “A menina poderá crescer mais uns 60 centímetros, mas o ligamento continuará do mesmo tamanho”, alerta o ortopedista.

O especialista conta que os cirurgiões têm feito a substituição do tendão, o que, na maioria dos casos, soluciona o problema em curto prazo; entretanto, as reconstruções e reposições podem gerar sérios problemas na fase adulta. Segundo ele, na maioria dos casos, a garota se recupera adequadamente, mas é preciso ser observada sua evolução em longo prazo e, em alguns casos, o tratamento não tem se demonstrado eficiente.

Por isso, segundo os especialistas, a prevenção é sempre o melhor caminho. Se uma menina quer começar a treinar, a recomendação é que seja examinada previamente por um ortopedista que, dependendo dos sinais da constituição física e de uma avaliação que tem alguma complexidade, poderá definir se ela é suscetível a esse tipo de problema. E a solução seria, então, um treinamento específico para reforçar os músculos da região, e, em casos extremos, o conselho de que opte por outra prática esportiva.

Fonte: 4 Press Assessoria de Imprensa/42º Congresso Brasileiro de Ortopedia e Traumatologia.

III Congresso Internacional de Especialidades Pediátricas
28 e 31 de agosto de 2010 – (Curitiba – PR)


Benefícios para a coordenação motora, o equilíbrio e o condicionamento cardiorrespiratório são alguns dos resultados obtidos com a Wiireabilitação, fisioterapia que utiliza o console de videogame Wii da Nintendo. A inovadora terapia – utilizada principalmente no tratamento de crianças com paralisia cerebral, síndrome de Down e problemas de postura – foi apresentada pela fisioterapeuta Fabiana Wachholz durante o III Congresso Internacional de Especialidades Pediátricas, realizado entre os dias 28 e 31 de agosto em Curitiba. Leia Mais…

Publicado por: J. | 30 outubro, 2010

Reflexo Vermelho – Teste do Olhinho

Nicole Oliveira Mota Gianini1

Introdução:

A cegueira infantil é a segunda causa mais importante de perda de visão. A sua importância é maior se levarmos em conta o índice anos/cegueira (número de cegos x expectativa de vida). Há uma estimativa de que haja no mundo cerca de 1.5 milhão de crianças cegas. A preocupação com a cegueira infantil, assim deve mobilizar a todos, em especial, o pediatra por estar envolvido nas estratégias que possam modificar esse panorama. Em vários países do mundo a preocupação com a cegueira infantil fez com que a detecção da catarata congênita ocupe um lugar de destaque entre causas de baixa e perda de visão infantil de causa evitável. Leia Mais…

doi:10.2223/JPED.2031

Simone Z. StrassburgerI; Márcia R. VitoloII; Gisele A. BortoliniIII; Paulo M. PitrezIV; Marcus H. JonesIV; Renato T. SteinIV

IMestre. Programa de Pós-Graduação em Medicina/Pediatria e Saúde da Criança, Pontifícia Universidade Católica do Rio Grande do Sul (PUCRS), Porto Alegre, RS.
IIDoutora. Professora adjunta, Departamento de Saúde Coletiva, Universidade Federal de Ciências da Saúde de Porto Alegre (UFCSPA), Porto Alegre, RS.
IIIMestre. Programa de Pós-Graduação em Ciências Médicas, UFCSPA, Porto Alegre, RS.
IVDoutor. Professor adjunto, Departamento de Pediatria, Faculdade de Medicina (FAMED), PUCRS, Porto Alegre, RS.

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